segunda-feira, novembro 05, 2012
NOSTALGIA...
terça-feira, junho 12, 2012
NOSTALGIA - CARTEIRAS DE CIGARRO COMO "NOTAS DE DINHEIRO"
terça-feira, maio 29, 2012
MINHA INFÂNCIA
terça-feira, maio 15, 2012
FEZ PARTE DA MINHA INFÂNCIA
terça-feira, fevereiro 01, 2011
"DINDIM" DE MORANGO
Quando a gente é criança é doido pra arranjar umas moedas pra poder comprar um. Hoje, depois de adultos e com dinheiro no bolso, esquecemos desses pequenos detalhes que fazem uma boa diferença em nossa vida.terça-feira, janeiro 25, 2011
NOSTALGIA - CONTA COMIGO
Lembro de um filme que marcou muito a minha infância e adolescência, e que passou uma centena de vezes na Sessão da Tarde (assisti a todas). Um filme muito emocionante.
Conta Comigo, ou no original, Stand By Me, é um filme de 1986 que até hoje guardo com grande importância na lembrança.
Esse filme, que tem o nome inspirado em uma ótima música de mesmo nome do Ben E. King, é a história é baseada num conto de Stephen King foi indicado a vários prêmios e não foi a toa.
Na história Gordie Lachance (Richard Dreyfuss/Wil Wheaton), um escritor, recorda quando tinha entre doze e treze anos no verão de 1959, quando vivia em Castle Rock, Oregon, uma localidade com 1.281 habitantes que para ele era o mundo inteiro. Gordie tinha três amigos inseparáveis: Chris Chambers (River Phoenix), Teddy Duchamp (Corey Feldman) e Vern Tessio (Jerry O'Connell). Após Vern vir com a notícia que alguém sabia onde estava o corpo de Ray Brower, um garoto da idade deles que tinha ido colher amoras há três dias e nunca mais tinha sido visto, cada um tem seu motivo para sair andando até encontrar ele.Querendo ser heróis diante dos amigos e aos olhos da cidade, eles partem numa inesquecível viagem de dois dias que se transforma em uma odisseia de autodescoberta. Eles fumam escondidos, contam casos assustadores e descobrem que precisam ficar unidos e encontrar forças que nem imaginavam possuir. Conta Comigo é um filme raro e especial sobre a amizade e as indeléveis experiências do crescimento. Cheio de humor e suspense, o filme é baseado no romance "O Corpo", de Stephen King.

Passando por diversas situações, coisas inesquecíveis como o mergulho nas águas cheias de sanguessugas e a história que é contada no meio do filme sobre o concurso de quem come mais tortas, onde de forma exagerada é mostrado a vingança de um personagem, fazendo várias pessoas vomitarem, umas em cima das outras. Essencialmente, o filme mostra uma jornada de autodescoberta, algo que muda para sempre a vida desses 4 amigos.
terça-feira, janeiro 11, 2011
NOSTALGIA - OS GOONIES
Nesse primeiro post nostálgico, trago à lembrança um filme muito cultuado pelos jovens daquela época e que se tornou um símbolo de aventura infantil, Os Goonies (The Goonies, 1985).
O filme é dirigido por Richard Donner, o mesmo responsável por clássicos como Superman e a série Máquina Mortífera. Sem dúvida nenhuma fez um ótimo trabalho com as crianças, personificando de maneira bem sólida cada uma, além de imortalizar uma família bem atrapalhada como os bandidos da história, os temíveis Fratelli. Se sua competência ao criar o clima perfeito já não fosse o suficiente, ele contou nada mais nada menos com talvez a pessoa mais importante do cinema Hollywoodiano atual para a produção: Steven Spielberg. O roteiro, aliás, é baseado em uma história escrita pelo próprio Spielberg, com a adaptação feita por Chris Columbus, o mesmo de Esqueceram de Mim e, mais recentemente, os dois primeiros Harry Potter.
A história começa com uma fuga desesperada da família Fratelli da polícia, após resgatar um dos filhos que estava preso na delegacia local. Durante essa introdução podemos conhecer os personagens que mergulharão na história, o grupo de garotos que se autodenominam Os Goonies. A cidade onde moram está prestes a ser demolida como quitação de uma dívida com uma empresa que pretende construir um campo de golfe no lugar das moradias.
Em uma tarde melancólica de despedida dos garotos, eles acham no porão da casa do protagonista Mikey (interpretado por Sean Astin, mais conhecido como o Sam de O Senhor dos Anéis) um mapa que supostamente levaria a um tesouro escondido. Sem nada a perder, os garotos começam uma aventura em busca da única esperança de manterem seus tetos e impedirem a separação do grupo. Só que um dos pontos de partida de tudo é uma casa à beira da colina onde os Fratelli estão foragidos, o que os coloca na história. Além de todos os perigos armados por Willy Caolho, o suposto dono do navio pirata onde sonham haver o dinheiro que procuram, também têm que fazer diversas artimanhas para não serem pegos pelos vilões da história.
Não há como ouvir o nome dos personagens e não se lembrar das trapalhadas durante a aventura, como o Gordo (traduzido às vezes como Chunk) e seu jeito atrapalhado de ser, Bocão e o seu espanhol assustador, Data e suas invenções mirabolantes, as cenas de amor entre Brand e Andy, a solitária no meio dos meninos Stef e o inesquecível monstro Sloth, que contava com uma excelente maquiagem.
A produção pode ser considerada espetacular. Um navio pirata foi construído em tamanho real, onde os próprios atores foram proibidos de vê-lo antes da filmagem da cena final, para que suas expressões de surpresa fossem utilizadas em pró do realismo da cena em que finalmente encontram o barco. A trilha sonora da Cindy Lauper marcou a geração goonie.
São por essas e outras razões que Os Goonies é um dos meus filmes preferidos de todos os tempos. Além de ter uma história excelente, personagens cativantes e todo um espírito único de aventura infantil, é um filme que marcou bastante uma fase em minha vida.
Com informações retiradas do site www.cineplayers.com.












