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sexta-feira, maio 25, 2012

terça-feira, maio 08, 2012

ASSISTIR AO FILME "VINGADORES" NUMA SALA 3D NÃO TEM PREÇO PARA UM FÃ DE CARTEIRINHA


Que eu adoro cinema isso é fato e conhecido. Mas que eu sou fã desde criancinha dos quadrinhos Marvel e DC Comics, talvez não seja notório. Pois bem, sou fã sim e, cresci lendo as revistinhas dos super-heróis do Universo Marvel e DC: Capitão-América, Homem-Aranha, Homem de Ferro, Thor, Hulk, SuperMan, Batman, Mulher-Maravilha, Quarteto Fantástico, Os Vingadores, Flash e muitos mais.

Não preciso nem dizer que ao ver esses heróis sendo transportados da páginas dos quadrinhos para as telas de cinema é algo que me faz maravilhar. Sempre acompanhei os filmes de super-heróis como muita ansiedade e emoção. Ver aquilo que você só visualiza em desenhos materializar-se em um ator de carne e osso é massa.

Por tudo isso eu fui semana passada assistir a mais nova empreitada cinematográfica de super-heróis, e justamente aqueles que eu mais esperava, "The Avengers", ou, "Os Vingadores". Melhor do que isso, foi vê-los numa projeção em 3D, o que torna as coisas bem mais emocionantes.

Confesso que sai do cinema com vontade de ver a sessão seguinte, de tão bom que foi o filme. Até bem mais do que eu imaginava.


 "The Avengers" tem a seguinte sinopse: Loki (Tom Hiddleston) retorna à Terra enviado pelos chitauri, uma raça alienígena que pretende dominar os humanos. Com a promessa de que será o soberano do planeta, ele rouba o cubo mágico dentro de instalações da S.H.I.E.L.D. e, com isso, adquire grandes poderes. Loki os usa para controlar o dr. Erik Selvig (Stellan Skarsgard) e Clint Barton/Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), que passam a trabalhar para ele. No intuito de contê-los, Nick Fury (Samuel L. Jackson) convoca um grupo de pessoas com grandes habilidades, mas que jamais haviam trabalhado juntas: Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Steve Rogers/Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Bruce Banner/Hulk (Mark Ruffalo) e Natasha Romanoff/Viúva Negra (Scarlett Johansson). Só que, apesar do grande perigo que a Terra corre, não é tão simples assim conter o ego e os interesses de cada um deles para que possam agir em grupo.


Robert Downey Jr. faz um Tony Stark perfeito. Até parece que o personagem foi criado de acordo com a personalidade do próprio. Só achei exagerado o grande número de piadas entre os super-heróis mas, algumas, foram hilárias, como a cena em que o Hulk e o Thor, depois de já terem lutado entre si, lutam contra alienígenas e, após terem derrubados todos e ficado lado a lado, Hulk ainda dá um soco no Thor que desaparece da cena.

Icônica também foi a cena em que Capitão América diz ao Hulk: "Hulk, esmaga!".

Falando em Hulk, uma das poucas coisas que não gostei no filme foi a troca de Edward Norton por Mark Ruffalo, que faz um Bruce Banner muito aquém do de Norton.


Em meio a heróis com forças tão extraordinárias como Hulk, Thor e Homem de Ferro, até parecia que o meu favorito, Capitão América, ficaria apagado. Aí entrou em cena o mesmo Capitão dos quadrinhos, líder dos Vingadores, quando, em meio a invasão dos alienígenas e a destruição de Manhattan, ele começa a fazer uma das coisas que melhor faz, liderar. Fiquei muito feliz ao ver o Capitão América dando ordens aos outros heróis que, até pareciam perdidos, sem saber como agir diante da situação de calamidade. Capitão permaneceu firme e calmo, mostrando o que cada um deveria fazer para que pudessem vencer.
 

Resumindo, praticamente tudo que acontece no filme, como o Porta-Aviões da S.H.I.E.L.D, a arrogância de Thor, o relacionamento entre Tony Stark e Capitão América (que são opostos em personalidade), o Capitão América mostrando que eles devem ficar unidos mas por conta própria, com o apoio da S.H.I.E.L.D, mas sem receberem ordens diretas dela e muitos outros detalhes, são fiéis às histórias dos quadrinhos, o que faz com que o filme agrade a gregos e troianos, troianos que, no caso, são os fãs nerds que são difíceis de agradar.


sexta-feira, julho 29, 2011

CAPITÃO AMÉRICA ESTREIA HOJE NOS CINEMAS BRASILEIROS


E hoje tem a estreia nos cinemas brasileiros do filme do herói em quadrinhos que eu mais gosto, o Capitão América. Apesar de ser uma apologia ao americanismo patriótico dos EUA, gosto muito do Capitão por seu caráter e seus valores.


Para quem é muito fã - e só entende quem é fã - ver o Capitão América transformado em personagens de carne e osso no Cinema é uma emoção fortíssima. Por isso, essa Sexta-Feira pra mim é mais que especial.

Avante, Vingadores!

domingo, junho 26, 2011

CINEMA


Assistir agora pouco um filme bem interessante e empolgante: 127 Horas, com James Franco no papel de Aron Ralston.


Aron Ralston é um montanhista americano. Um certo dia Ralston resolveu fazer uma aventura solitária no Parque Nacional dos Cânions, no Colorado. Ele deixou a picape no estacionamento do parque, pegou sua bicicleta e pedalou cerca de 20 km até a entrada de uma das gargantas do Cânion. Seu plano era o de descer de rappel a garganta, que terminava bem próxima ao local onde a picape estava estacionada, pegar seu carro e voltar para pegar a bicicleta. Durante a descida um grande bloco de pedra deslizou e prendeu a mão de Ralston contra a parede da garganta.

Sua experiência em montanhismo o fez tentar diversas alternativas para soltar o braço, entre tentar cavar a rocha com seu canivete, até usar um sistema de polias com a corda para mover a pedra. Durante três dias ele tentou sair daquela situação desesperadora, até que sua água e comida acabaram.

Sem mais alternativas Ralston tentou cortar sua mão com um canivete, que estava completamente cego. Como o canivete não seria suficiente para serrar os ossos, ele decidiu quebrá-los, para depois cortar a péle e tendões.

Mesmo depois da amputação improvisada, Ralston ainda rastejou pelo Cânion, desceu um precipício e andou 7 km até encontrar um grupo de hikers que o socorreu. Quando ele foi encontrado estava a apenas 2km de seu carro.


Mesmo com o braço amputado, Aron continua se aventurando no alpinismo pelo mundo.

quarta-feira, junho 01, 2011

CAPITÃO AMÉRICA NOS CINEMAS


Para quem não cresceu lendo as revistas em quadrinhos da Marvel, não vai nem entender esse pôster abaixo. Trata-se do filme do Capitão América, um dos personagens em quadrinhos mais conhecidos no mundo. O meu personagem preferido também.

Minha infância e adolescência foram acompanhadas por essas revistas. Ainda guardo um monte comigo. Sempre fui superfã dos quadrinhos da Marvel e da DC Comics (a editora que lança Superman e Batman).

O fato de eu por esse cartaz aqui, é que, para quem é fã de quadrinhos como eu, fica maravilhado ao saber que os personagens sairão do desenho e ganharão formas no Cinema. Formas reais.

Foi assim com vários personagens ao longo da História do Cinema. Recentemente, os que fizeram maior sucesso foram Superman, Batman, Homem-Aranha, Homem de Ferro, X-Men e, por último agora, Thor.

No dia 29 de julho, aqui no Brasil, o filme do personagem mais aguardado de todos fará sua estreia nos cinemas. Nem preciso dizer o tamanho da minha alegria e ansiedade.


Capitão América, assim como os outros filmes de heróis de quadrinhos, será um filme muito bom para aqueles que gostam de ação e aventura. Mas será um filme épico para aqueles que já conhecem o personagem há anos através das revistas em quadrinho.

sexta-feira, abril 22, 2011

CINEMA


Não sou muito fã de filmes de animação, mas abri exceção para o filme Rio que mostra as paisagens e belezas do Rio de Janeiro. Um filme muito legal feito por um brasileiro, Carlos Saldanha, o mesmo criador da série A Era do Gelo.

Vale a pena conferir.

Blu (Jesse Eisenberg) é uma arara azul que nasceu no Rio de Janeiro mas, capturada na floresta, foi parar na fria Minnesota, nos Estados Unidos. Lá é criada por Linda (Leslie Mann), com quem tem um forte laço afetivo. Um dia, Túlio (Rodrigo Santoro) entra na vida de ambos. Ornitólogo, ele diz que Blu é o último macho da espécie e deseja que ele acasale com a única fêmea viva, que está no Rio de Janeiro. Linda e Blu partem para a cidade maravilhosa, onde conhecem Jade (Anne Hathaway). Só que ela é um espírito livre e detesta ficar engaiolada, batendo de frente com Blu logo que o conhece. Quando o casal é capturado por uma quadrilha de venda de aves raras, eles ficam presos por uma corrente na pata. É quando precisam unir forças para escapar do cativeiro.


terça-feira, fevereiro 08, 2011

MÚSICA "FAROESTE CABOCLO" VAI VIRAR FILME


Uma das canções de rock mais inusitadas do país, "Faroeste Caboclo", do inesquecível Renato Russo, ganhará as telas do cinema em 2011.

O filme vai contar a história de João de Santo Cristo, um traficante que sai do Nordeste e se muda para Brasília, lá ele se apaixona por Maria Lúcia.

O elenco conta com Fabrício Boliveira (João de Santo Cristo)...

... Ísis Valverde (Maria Lúcia)...

... E Felipe Abib (Jeremias).

A música foi composta em 1979, mas só foi lançada oficialmente em 1987 no álbum “Que País É Este”. A letra tem 159 versos e 9 minutos de canção.

Não tinha medo o tal João de Santo Cristo
Era o que todos diziam quando ele se perdeu
Deixou pra trás todo o marasmo da fazenda
Só pra sentir no seu sangue o ódio que Jesus lhe deu

Quando criança só pensava em ser bandido
Ainda mais quando com um tiro de soldado o pai morreu
Era o terror da cercania onde morava
E na escola até o professor com ele aprendeu

Ia pra igreja só pra roubar o dinheiro
Que as velhinhas colocavam na caixinha do altar
Sentia mesmo que era mesmo diferente
Sentia que aquilo ali não era o seu lugar

Ele queria sair para ver o mar
E as coisas que ele via na televisão
Juntou dinheiro para poder viajar
De escolha própria, escolheu a solidão

Comia todas as menininhas da cidade
De tanto brincar de médico, aos doze era professor.
Aos quinze, foi mandado pro o reformatório
Onde aumentou seu ódio diante de tanto terror.

Não entendia como a vida funcionava
Discriminação por causa da sua classe e sua cor
Ficou cansado de tentar achar resposta
E comprou uma passagem, foi direto a Salvador.

E lá chegando foi tomar um cafezinho
E encontrou um boiadeiro com quem foi falar
E o boiadeiro tinha uma passagem e ia perder a viagem
Mas João foi lhe salvar

Dizia ele: "Estou indo pra Brasília
Neste país lugar melhor não há
Tô precisando visitar a minha filha
Eu fico aqui e você vai no meu lugar"

E João aceitou sua proposta
E num ônibus entrou no Planalto Central
Ele ficou bestificado com a cidade
Saindo da rodoviária, viu as luzes de Natal

"Meu Deus, mas que cidade linda,
No Ano-Novo eu começo a trabalhar"
Cortar madeira, aprendiz de carpinteiro
Ganhava cem mil por mês em Taguatinga

Na sexta-feira ia pra zona da cidade
Gastar todo o seu dinheiro de rapaz trabalhador
E conhecia muita gente interessante
Até um neto bastardo do seu bisavô

Um peruano que vivia na Bolívia
E muitas coisas trazia de lá
Seu nome era Pablo e ele dizia
Que um negócio ele ia começar

E o Santo Cristo até a morte trabalhava
Mas o dinheiro não dava pra ele se alimentar
E ouvia às sete horas o noticiário
Que sempre dizia que o seu ministro ia ajudar

Mas ele não queria mais conversa
E decidiu que, como Pablo, ele ia se virar
Elaborou mais uma vez seu plano santo
E sem ser crucificado, a plantação foi começar.

Logo logo os maluco da cidade souberam da novidade:
"Tem bagulho bom ai!"
E João de Santo Cristo ficou rico
E acabou com todos os traficantes dali.

Fez amigos, frequentava a Asa Norte
E ia pra festa de rock, pra se libertar
Mas de repente
Sob uma má influência dos boyzinho da cidade
Começou a roubar.

Já no primeiro roubo ele dançou
E pro inferno ele foi pela primeira vez
Violência e estupro do seu corpo
"Vocês vão ver, eu vou pegar vocês"

Agora o Santo Cristo era bandido
Destemido e temido no Distrito Federal
Não tinha nenhum medo de polícia
Capitão ou traficante, playboy ou general

Foi quando conheceu uma menina
E de todos os seus pecados ele se arrependeu
Maria Lúcia era uma menina linda
E o coração dele pra ela o Santo Cristo prometeu

Ele dizia que queria se casar
E carpinteiro ele voltou a ser
"Maria Lúcia pra sempre vou te amar
E um filho com você eu quero ter"

O tempo passa e um dia vem na porta
Um senhor de alta classe com dinheiro na mão
E ele faz uma proposta indecorosa
E diz que espera uma resposta, uma resposta do João

"Não boto bomba em banca de jornal
Nem em colégio de criança isso eu não faço não
E não protejo general de dez estrelas
Que fica atrás da mesa com o cu na mão

E é melhor senhor sair da minha casa
Nunca brinque com um Peixes de ascendente Escorpião"
Mas antes de sair, com ódio no olhar, o velho disse:
"Você perdeu sua vida, meu irmão"

"Você perdeu a sua vida meu irmão
Você perdeu a sua vida meu irmão
Essas palavras vão entrar no coração
Eu vou sofrer as consequências como um cão"

Não é que o Santo Cristo estava certo
Seu futuro era incerto e ele não foi trabalhar
Se embebedou e no meio da bebedeira
Descobriu que tinha outro trabalhando em seu lugar

Falou com Pablo que queria um parceiro
E também tinha dinheiro e queria se armar
Pablo trazia o contrabando da Bolívia
E Santo Cristo revendia em Planaltina

Mas acontece que um tal de Jeremias,
Traficante de renome, apareceu por lá
Ficou sabendo dos planos de Santo Cristo
E decidiu que, com João ele ia acabar

Mas Pablo trouxe uma Winchester-22
E Santo Cristo já sabia atirar
E decidiu usar a arma só depois
Que Jeremias começasse a brigar

Jeremias, maconheiro sem-vergonha
Organizou a Rockonha e fez todo mundo dançar
Desvirginava mocinhas inocentes
Se dizia que era crente mas não sabia rezar

E Santo Cristo há muito não ia pra casa
E a saudade começou a apertar
"Eu vou me embora, eu vou ver Maria Lúcia
Já tá em tempo de a gente se casar"

Chegando em casa então ele chorou
E pro inferno ele foi pela segunda vez
Com Maria Lúcia Jeremias se casou
E um filho nela ele fez

Santo Cristo era só ódio por dentro
E então o Jeremias pra um duelo ele chamou
Amanhã às duas horas na Ceilândia
Em frente ao lote 14, é pra lá que eu vou

E você pode escolher as suas armas
Que eu acabo mesmo com você, seu porco traidor
E mato também Maria Lúcia
Aquela menina falsa pra quem jurei o meu amor

E o Santo Cristo não sabia o que fazer
Quando viu o repórter da televisão
Que deu notícia do duelo na TV
Dizendo a hora e o local e a razão

No sábado então, às duas horas,
Todo o povo sem demora foi lá só para assistir
Um homem que atirava pelas costas
E acertou o Santo Cristo, começou a sorrir

Sentindo o sangue na garganta,
João olhou pras bandeirinhas e pro povo a aplaudir
E olhou pro sorveteiro e pras câmeras e
A gente da TV que filmava tudo ali

E se lembrou de quando era uma criança
E de tudo o que vivera até ali
E decidiu entrar de vez naquela dança
"Se a via-crucis virou circo, estou aqui"

E nisso o sol cegou seus olhos
E então Maria Lúcia ele reconheceu
Ela trazia a Winchester-22
A arma que seu primo Pablo lhe deu

"Jeremias, eu sou homem. coisa que você não é
E não atiro pelas costas não
Olha pra cá filha-da-puta, sem-vergonha
Dá uma olhada no meu sangue e vem sentir o teu perdão"

E Santo Cristo com a Winchester-22
Deu cinco tiros no bandido traidor
Maria Lúcia se arrependeu depois
E morreu junto com João, seu protetor

E o povo declarava que João de Santo Cristo
Era santo porque sabia morrer
E a alta burguesia da cidade
Não acreditou na história que eles viram na TV

E João não conseguiu o que queria
Quando veio pra Brasília, com o diabo ter
Ele queria era falar pro presidente
Pra ajudar toda essa gente que só faz…

Sofrer…


terça-feira, janeiro 25, 2011

NOSTALGIA - CONTA COMIGO


Lembro de um filme que marcou muito a minha infância e adolescência, e que passou uma centena de vezes na Sessão da Tarde (assisti a todas). Um filme muito emocionante.

Conta Comigo
, ou no original, Stand By Me, é um filme de 1986 que até hoje guardo com grande importância na lembrança.

Esse filme, que tem o nome inspirado em uma ótima música de mesmo nome do Ben E. King, é a história é baseada num conto de Stephen King foi indicado a vários prêmios e não foi a toa.

Na história Gordie Lachance (Richard Dreyfuss/Wil Wheaton), um escritor, recorda quando tinha entre doze e treze anos no verão de 1959, quando vivia em Castle Rock, Oregon, uma localidade com 1.281 habitantes que para ele era o mundo inteiro. Gordie tinha três amigos inseparáveis: Chris Chambers (River Phoenix), Teddy Duchamp (Corey Feldman) e Vern Tessio (Jerry O'Connell). Após Vern vir com a notícia que alguém sabia onde estava o corpo de Ray Brower, um garoto da idade deles que tinha ido colher amoras há três dias e nunca mais tinha sido visto, cada um tem seu motivo para sair andando até encontrar ele.

Querendo ser heróis diante dos amigos e aos olhos da cidade, eles partem numa inesquecível viagem de dois dias que se transforma em uma odisseia de autodescoberta. Eles fumam escondidos, contam casos assustadores e descobrem que precisam ficar unidos e encontrar forças que nem imaginavam possuir. Conta Comigo é um filme raro e especial sobre a amizade e as indeléveis experiências do crescimento. Cheio de humor e suspense, o filme é baseado no romance "O Corpo", de Stephen King.


Passando por diversas situações, coisas inesquecíveis como o mergulho nas águas cheias de sanguessugas e a história que é contada no meio do filme sobre o concurso de quem come mais tortas, onde de forma exagerada é mostrado a vingança de um personagem, fazendo várias pessoas vomitarem, umas em cima das outras. Essencialmente, o filme mostra uma jornada de autodescoberta, algo que muda para sempre a vida desses 4 amigos.


Assisti-lo nos faz refletir sobre as verdadeiras amizades, a inocência da infância, as aventuras da adolescência e a beleza dos velhos tempos que ficam guardados na memória.


Com informações retiradas do www.lembrodisso.blogspot.com

terça-feira, janeiro 11, 2011

NOSTALGIA - OS GOONIES



Minha infância aconteceu durante a maravilhosa década de 80. Dentre as muitas lembranças dessa época, se destaca a dos filmes inesquecíveis que se repetiam dezenas de vezes na Sessão da Tarde. Muitos desses filmes ficaram eternizados na minha memória. Vou destacar alguns desses filmes nesse e em posts futuros, assim como também, relembrar um pouco sobre diversas coisas que surgiram durante os anos 80, como músicas, comerciais, brinquedos, produtos, séries, etc.

Nesse primeiro post nostálgico, trago à lembrança um filme muito cultuado pelos jovens daquela época e que se tornou um símbolo de aventura infantil, Os Goonies (The Goonies, 1985).

O filme é dirigido por Richard Donner, o mesmo responsável por clássicos como Superman e a série Máquina Mortífera. Sem dúvida nenhuma fez um ótimo trabalho com as crianças, personificando de maneira bem sólida cada uma, além de imortalizar uma família bem atrapalhada como os bandidos da história, os temíveis Fratelli. Se sua competência ao criar o clima perfeito já não fosse o suficiente, ele contou nada mais nada menos com talvez a pessoa mais importante do cinema Hollywoodiano atual para a produção: Steven Spielberg. O roteiro, aliás, é baseado em uma história escrita pelo próprio Spielberg, com a adaptação feita por Chris Columbus, o mesmo de Esqueceram de Mim e, mais recentemente, os dois primeiros Harry Potter.

A história começa com uma fuga desesperada da família Fratelli da polícia, após resgatar um dos filhos que estava preso na delegacia local. Durante essa introdução podemos conhecer os personagens que mergulharão na história, o grupo de garotos que se autodenominam Os Goonies. A cidade onde moram está prestes a ser demolida como quitação de uma dívida com uma empresa que pretende construir um campo de golfe no lugar das moradias.

Em uma tarde melancólica de despedida dos garotos, eles acham no porão da casa do protagonista Mikey (interpretado por Sean Astin, mais conhecido como o Sam de O Senhor dos Anéis) um mapa que supostamente levaria a um tesouro escondido. Sem nada a perder, os garotos começam uma aventura em busca da única esperança de manterem seus tetos e impedirem a separação do grupo. Só que um dos pontos de partida de tudo é uma casa à beira da colina onde os Fratelli estão foragidos, o que os coloca na história. Além de todos os perigos armados por Willy Caolho, o suposto dono do navio pirata onde sonham haver o dinheiro que procuram, também têm que fazer diversas artimanhas para não serem pegos pelos vilões da história.

Não há como ouvir o nome dos personagens e não se lembrar das trapalhadas durante a aventura, como o Gordo (traduzido às vezes como Chunk) e seu jeito atrapalhado de ser, Bocão e o seu espanhol assustador, Data e suas invenções mirabolantes, as cenas de amor entre Brand e Andy, a solitária no meio dos meninos Stef e o inesquecível monstro Sloth, que contava com uma excelente maquiagem.

A produção pode ser considerada espetacular. Um navio pirata foi construído em tamanho real, onde os próprios atores foram proibidos de vê-lo antes da filmagem da cena final, para que suas expressões de surpresa fossem utilizadas em pró do realismo da cena em que finalmente encontram o barco. A trilha sonora da Cindy Lauper marcou a geração goonie.

São por essas e outras razões que Os Goonies é um dos meus filmes preferidos de todos os tempos. Além de ter uma história excelente, personagens cativantes e todo um espírito único de aventura infantil, é um filme que marcou bastante uma fase em minha vida.


Com informações retiradas do site www.cineplayers.com.

domingo, junho 13, 2010

CINEMA


Acabei de assistir um filme muito bom e que eu esperava ver há algum tempo por envolver uma trama real e histórica. O nome do filme é Invictus, e é estrelado por Morgan Freeman e Matt Damon, e dirigido por Clint Eastwood.

Invictus nos traz a inspiradora história de como Nelson Mandela (Morgan Freeman) uniu forças com o capitão da equipe de rúgbi da África do Sul, Francois Pienaar (Matt Damon), para ajudar a unir a nação.
Recém-eleito, o presidente Mandela sabe que seu país permanece dividido racial e economicamente após o fim do apartheid. Acreditando ser capaz de unificar a população por meio da linguagem universal do esporte, Mandela apoia o desacreditado time da África do Sul na Copa Mundial de Rúgbi de 1995, que faz uma incrível campanha até as finais.

Nessa época de Copa do Mundo disputada na mesma África do Sul, o filme é muito bom até para se compreender melhor como o povo sul-africano está unido hoje em torno de sua nação. Ao ver-mos a abertura da Copa e os jogos, percebemos a união entre negros e brancos em torno de um esporte e apoiando sua equipe de futebol.

terça-feira, maio 18, 2010

CINEMA


Em Um Sonho Possível o adolescente Michael Oher (Quinton Aaron) sobrevive sozinho, vivendo como um sem-teto, quando é encontrado na rua por Leigh Anne Tuohy (Sandra Bullock). Tomando conhecimento de que o garoto é colega de turma de sua filha, Leigh Anne insiste que Michael — que veste apenas bermuda e camiseta em pleno inverno — deixe-a resgatá-lo do frio. Sem hesitar por um momento sequer, ela o convida a passar a noite em sua casa. O que começa com um gesto de bondade evolui para algo maior, pois Michael passa a fazer parte da família Tuohy, apesar de terem origens bem diferentes.
Vivendo no novo ambiente, o adolescente tem de encarar outros desafios. E à medida que a família ajuda Michael a desenvolver todo o seu potencial, tanto no campo de futebol americano quanto fora dele, a presença de Michael na vida da família Tuohy conduz todos por uma jornada de autodescoberta.

Este é um daqueles filmes que te emociona do início ao fim e que te faz olhar a vida por um ângulo diferente e sem preconceitos.

Sandra Bullock venceu o Oscar de Melhor Atriz 2010 por este filme.

sábado, abril 24, 2010

CINEMA


Che Guevara (Gael García Bernal) era um jovem estudante de Medicana que, em 1952, decide viajar pela América do Sul com seu amigo Alberto Granado (Rodrigo de la Serna).
A viagem é realizada em uma moto, que acaba quebrando após 8 meses. Eles então passam a seguir viagem através de caronas e caminhadas, sempre conhecendo novos lugares. Porém, quando chegam a Machu Pichu, a dupla conhece uma colônia de leprosos e passam a questionar a validade do progresso econômico da região, que privilegia apenas uma pequena parte da população.
É um filme grandioso, passando a todos mensagens de liberdade, de reflexão sobre a vida. É um filme que traz a tona os sonhos reprimidos, a coragem, a aventura, a capacidade de realização, fazendo com que reflitamos sobre as nossas próprias vidas. A fotografia é algo esplêndido, expressando o sentimento do puro prazer de observar as coisas simples da natureza.
Além de contar com o ótimo Garcia Bernal, também é dirigido pelo brasileiro Walter Salles.

É daqueles filmes que quando termina dá vontade de sair por aí viajando, fazendo o mesmo que acontece na película.

Ele é baseado no livro-diário de Guevara que relata essa mesma viajem que ele fez ao lado do amigo Alberto Granado e que está no post abaixo.