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terça-feira, outubro 16, 2012

VIDA DE NORDESTINO...

No tempo em que não havia uma Brastemp, a gente bebia água assim mesmo. Qual casa de Felipe Guerra nunca teve uma "geladeira" dessas, heim?melhor hospedagem de site

Quando não havia uma Brastemp, a gente bebia água assim mesmo. Quem nunca teve um pote de barro em sua casa não é Nordestino da gema.


Êta, vida de sertanejo...

quarta-feira, julho 18, 2012

CURIOSIDADE




A frase "The quick brown fox jumps over the lazy dog" contém todas as letras do alfabeto. 

Significa "A ligeira raposa marrom ataca o cão preguiçoso".



quarta-feira, junho 20, 2012

DITO E FEITO...


Laranja


"Laranja" é aquele que, ingenuamente (ou não), empresta seu nome para outro em negócios ilícitos. Também significa tolo.

Uma versão para a origem do sentido remonta à Lei Seca americana, no começo do século 20. Os beberrões clandestinos injetavam bebida na fruta para chupá-la depois e, assim, enganar a polícia.


segunda-feira, maio 14, 2012

DITO E FEITO


Abraço de Tamanduá


O tamanduá-bandeira é o maior de todos os tamanduás. Sua grande cauda, semelhante à uma bandeira, é responsável pelo seu nome.

O tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) tem um andar desajeitado. Isso acontece porque ele anda nos nódulos dos dedos, assim suas garras nunca tocam o solo e permanecem afiadas para cavar as fortalezas de barro construídas por cupins e formigas (as únicas presas que fazem parte de seu cardápio). O tamanduá é lento, praticamente cego e possui uma audição muito ruim. A primeira vista parece uma presa fácil.

Parece mas não é! Quando sente uma ameaça o bandeira muda completamente de postura: apoia-se nas patas traseiras, abre os braços, mostra as garras afiadas e espera pacientemente. Se o predador investir, recebe um abraço mortal. Dessa forma pode matar até uma onça-pintada. Por isso, quando você recebe um abraço de uma pessoa que não gosta de você, dizemos que essa pessoa está dando o famoso “abraço de tamanduá”.


Fonte: National Geographic

 

segunda-feira, março 26, 2012

BANANA VERDE COZIDA


Sempre que eu falo por aí que aqui em Felipe Guerra há a cultura/costume/tradição culinária de cozer a banana verde e prepará-la junto com alguns pratos, como sopa e o pirão de banana verde, as pessoas de outras cidades não acreditam.

Ora, eu nasci e me criei comendo banana verde cozida na sopa. Para mim é normal. Até que aprendi que isso é culinária genuinamente felipense.

Pois bem, resolvi matar a cobra e mostrar o pau, ou melhor, a banana verde cozida na sopa.

Comprove.


Agora que você conheceu, aproveite e procure saber a receita de preparo e faça o teste aí na sua casa. É bem fácil. Basta cortar a banana verde em rodelas e colocá-las pra cozer junto com a sopa, assim como se fosse uma verdura.

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

CURIOSIDADE


Os Aracnídeos incluem aranhas, escorpiões, opiliões, carrapatos e ácaros. Seu corpo é dividido em duas partes: cabeça fundida ao tórax (prossoma) e abdômen. Têm quatro pares de patas articuladas ligadas ao prossoma.

Dois pares de apêndices posteriores são ligados ao prossoma: as quelíceras, em cuja extremidade, em forma de garra, está o orifício com o inoculador de veneno, geralmente adaptadas para segurar os alimentos; e os pedipalpos, às vezes usados como antenas, ou equipados com pinças (como os escorpiões).

Ao contrário dos insetos, os aracnídeos não têm antenas e asas.

Os aracnídeos são carnívoros, com exceção de alguns ácaros que se alimentam de plantas.

A maior aranha é a caranguejeira Goliath Bird Eater (Theraphosa lebrondi). Suas pernas chegam a medir mais de 28 cm.

O veneno da Viúva-Negra (Latrodectus mactans) é 15 vezes mais potente do que o da cascavel.

A seda produzida pela aranha é mais resistente do que qualquer outra fibra conhecida com espessura equivalente, natural ou artificial.

segunda-feira, janeiro 30, 2012

DITO E FEITO


Grogue

Alguém grogue pode estar bêbado ou ter tomado um belo soco. Um boxeador que apanha fica grogue. E a origem da palavra, de fato, evoca um golpe baixo, desferido pelo almirante Edward Vernon em todos os integrantes da Marinha Real britânica.

Em 1740, preocupado com o grau de alcoolismo dentro dos navios do Reino Unido, que ele chamava de "o dragão da bebedeira", Vernon tomou uma atitude temerária. Mandou diluir a ração diária de 1 litro de rum em 200 ml de água - nenhum almirante antes dele teve coragem de mexer na quantidade da bebida distribuída a bordo.

O contra-ataque da marujada veio depressa. O almirante usava um casaco grosso de gorgorão e por isso tinha o apelido de Old Grog (em inglês, gorgorão é grograin). O nome da bebida diluída oferecida aos marinheiros virou grogue - em "homenagem" a Vernon.

A tradição de servir álcool nos navios da Marinha britânica só acabou em 1970.

No Brasil, grogue, no sentido de tonto ou bêbado, é palavra que existe desde 1887, de acordo com o Dicionário Houaiss.

segunda-feira, janeiro 23, 2012

A DIFERENÇA DA SKOL GELADA DA QUENTE


Depois de ter dado um tempo desse espaço estou novamente de volta. E já venho trazendo uma curiosidade que passa despercebida para muitos consumidores de cerveja.

Sabe aquela propaganda da Skol onde diz que quando ela tá gelada um negocinho fica azul? Pois é, fiz o teste. Achava que ficava azul aleatoriamente, mas não. Realmente o negocinho só fica azul quando a cerveja está gelada.

Na imagem acima dá pra perceber claramente a diferença. A latinha da esquerda está vazia. A da direita acabou de ser retirada do freezer e, portanto, está gelada.

Da próxima vez que for tomar uma latinha de Skol, preste atenção na marca azul.

quarta-feira, setembro 28, 2011

CURIOSIDADE


Corredor Polonês


Corredor polonês é uma expressão comumente utilizada para denominar uma passagem estreita formada por duas fileiras de pessoas que se colocam lado a lado, uma defronte à outra, com a intenção de castigar quem tenha de percorrê-la. 

A expressão faz referência à região transferida por parte da Alemanha para a Polônia ao fim da Primeira Guerra Mundial, em virtude da assinatura do Tratado de Versalhes. O Corredor Polonês dividiu a Alemanha ao meio, isolando a Prússia Oriental do resto do país. Através de uma extensão de 150 quilômetros e largura variável entre 30 a 80 quilômetros, permitiu que os poloneses circulassem livremente em território alemão, bem como possibilitou o acesso da Polônia ao Mar Báltico. 

Posteriormente, tanto o Corredor quanto a Prússia foram incorporados ao território polonês. A disputa pela região do Corredor Polonês provocou inúmeros atritos entre os dois países. Em 1939, durante a invasão da Alemanha à Polônia, os poloneses foram encurralados pelos alemães, os quais se posicionavam dos dois lados do Corredor e atiravam contra os poloneses, que estavam no meio.

segunda-feira, setembro 26, 2011

DITO E FEITO


Isso são favas contadas


A expressão já aparecia na literatura dos séculos 16 e 17, em Portugal e na Espanha. Nessa época, votava-se usando grãos de favas (leguminosas que produzem grandes sementes, usadas na alimentação desde o inícioda civilização).

As sementes podem ser de várias cores. As favas brancas significavam "sim" (a favor de algum candidato ou proposta), e as escuras, "não" (contra). As pessoas aptas a votar colocavam a fava escolhida dentro de uma urna. Ao final da votação, a apuração era feita pela contagem dos grãos.

A expressão "favas contadas" significa que, mesmo de antemão, existe a certeza de que alguma coisa já está decidida ou resolvida.

terça-feira, setembro 13, 2011

DIA NACIONAL DA CACHAÇA


Bem, como o hoje é o Dia Nacional da Cachaça, claro que eu não poderia deixar o blog em branco, né. Por que será, heim!?

E eu nem gosto...


Não é novidade alguma que a cachaça faz parte da cultura brasileira e carrega mais de 500 anos de história. A boa nova é que o destilado símbolo do país ganhou uma data em sua homenagem: 13 de setembro foi instituído, pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, o Dia Nacional da Cachaça.

Aprovado em outubro do ano passado, oficialmente, é hoje a primeira comemoração. A escolha da data não foi por acaso e tem explicação na história. Em 13 de setembro de 1661, uma revolta popular contra a colônia portuguesa levou à legalização da cachaça, que era proibida até então. Tal episódio ficou conhecido como “Revolta da Cachaça”.

Entre os argumentos do autor do projeto, está a luta pelo reconhecimento da cachaça no mercado internacional como bebida exclusiva e genuinamente brasileira. Hoje, até um órgão dedicado a ela existe: trata-se do Instituto Brasileiro da Cachaça- IBRAC, fundado em 2006 e situado em Brasília, DF.

UOL

terça-feira, agosto 23, 2011

DITO E FEITO


Pôr em pratos limpos


Uma explicação para a expressão, que significa "esclarecer uma situação", foi dada pelo filólogo João Ribeiro: o ditado original deve ter sido "pôr em prata limpa", em castelhano. A metáfora comparava uma coisa embaçada, nebulosa, a uma prata velha e suja. Deixando essa prata limpa, via-se seu real aspecto. Em espanhol, hablar en plata significa "falar francamente".

Outra versão diz que a frase surgiu em 1765, quando foi aberto na França aquele que é considerado o primeiro restaurante do mundo nos moldes atuais. Lá ficou acertado que o freguês pagaria a conta depois de comer. Quando o dono ou garçom vinha cobrar e o cliente não tinha feito a refeição, mostrava o prato limpo como prova de que (ainda) não devia nada.

segunda-feira, agosto 22, 2011

FELIPEGUERRÊS...


Tomar um 'copim'?

É uma expressão usada quando alguém está tomando uma bebida alcoólica (cerveja, cachaça, whisky) e oferece-a a um conhecido que acaba de chegar.

O 'copim' aí significa 'copinho'. Em nossa região (assim com em muitos lugares) temos o costume de engolir o 'inho' e trocar por um simples 'im' (tadim, bichim, finim, meninim...).

segunda-feira, agosto 15, 2011

FELIPEGUERRÊS...


Vamos estrear um quadro aqui intitulado "Felipeguerrês", para comentar algumas expressões e gírias que existem na cidade de Felipe Guerra e pela região. Muitas são usadas inclusive em todo o Nordeste, mas tentarei me focar principalmente nas que são mais usadas (ou mais exclusivas) aqui em minha terra.
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Para começar...


Se "apeie"

O verbo "apear" significa "por a pé", "desmontar", e era muito usada no caso de alguém estar montado em animal tipo cavalo ou burro.

Nos tempos modernos, quase ninguém utiliza mais esse meio de transporte, por isso, a expressão ganhou ares também modernos.

Em Felipe Guerra, ela é usada quando alguém chega em um veículo (bicicleta, motocicleta, carro) e fica parado por alguns instantes (em cima da bicicleta ou moto, ou dentro do carro), e aí a pessoa que já está sentada fala pra ele "se apear", ou seja, descer ou sair e vir sentar junto com ele.

É uma expressão muito comum nas zonas rurais do município, e é sempre dita em tom de brincadeira, e não de um jeito formal.

quarta-feira, agosto 10, 2011

UM DOS LUGARES MAIS ASSUSTADORES DO MUNDO


Manchac Pântano, Lousiana (EUA)


Cenário digno de histórias de terror (dizem que uma bruxa voodoo lançou por lá suas mandingas), o Manchac criou reputação de assombrado, apesar de praticamente só ter crocodilos. Claro que já virou negócio: existem excursões com tochas à meia-noite, para os mais curiosos. 

Sinistro: cenas do filme A Colheita do Mal (com Hilary Swank) foram gravadas no local.
 
Séculos atrás o Pântano da Louisiana era o ponto predileto para práticas voodoo. Era comum relatos sobre zumbis que vagavam pelo pântano e rituais de sacrifícios humanas feitos pelos senhores de fazendas para manter sua prosperidade.